A indústria ferroviária está a sofrer uma transformação mundial, uma nova etapa a que poderíamos chamar 4.0. Os objetivos estão muito bem identificados: o comboio será o protagonista do transporte do futuro graças à sua baixa pegada de carbono, mas para tal terá de ser mais eficiente, sustentável e seguro do que nunca.
Esta ambição oferece muitas oportunidades, mas também coloca desafios ao setor ferroviário, que terá de investir para se adaptar a tendências como o crescimento da população, especialmente nos meios urbanos, e a procura de energia que isso irá gerar.
Sabemos que uma parte muito significativa dos custos dos operadores ferroviário é energética, maioritariamente devido ao sistema de tração e o restante de outros consumos da infraestrutura. É, por conseguinte, imprescindível trabalhar na otimização destes consumos de energia.
Martina Tomé
VP Power Systems Iberia
Schneider Electric
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