Baterias convencionais

Armazenamento de energia eléctrica – 3.ª Parte

Na revista número 56 foram publicados os Capítulos 1 (Enquadramento do Tema) e 2 (Processos de Armazenamento…

Na revista número 56 foram publicados os Capítulos 1 (Enquadramento do Tema) e 2 (Processos de Armazenamento de Energia). Na revista número 57 foram publicados os Capítulos 3 (Armazenamento por Bombagem de Água), 4 (Armazenamento por Produção de Hidrogénio e Ar Comprimido) e 5 (Armazenamento por Volante e Inércia). A publicação do artigo conclui-se nesta edição número 58, com os Capítulos 6 (Baterias Convencionais), 7 (Baterias de Iões de Lítio) e 8 (Condensadores e Super-condensadores).

Baterias convencionais

Desde o final do século XVIII, quando o físico italiano Alessandro Volta inventou a pilha eléctrica, que as baterias de acumuladores convencionais são utilizadas para armazenar energia eléctrica em Corrente Contínua.

As elevadas dimensões que este tipo de baterias requer para armazenar significativas quantidades de energia reduzem a sua aplicação, fundamentalmente, a três tipos de casos:

  • Na indústria automóvel;
  • Na alimentação em Corrente Contínua dos serviços essenciais das subestações;
  • Nos sistemas de alimentação ininterrupta (UPS) estáticos, como fonte de alimentação de “backup” em caso de falha de rede.

Uma UPS estática é, fundamentalmente, constituída por um rectificador; uma bateria; e um ondulador (conversor de Corrente Contínua em Corrente Alternada), como se ilustra na Figura 8.

Manuel Bolotinha
Engenheiro Electrotécnico – Energia e Sistemas de Potência (IST – 1974)
Consultor em Subestações e Formador Profissional

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