Armazenamento de energia eléctrica - 1.ª Parte

Armazenamento de energia eléctrica – 1.ª Parte

O artigo aborda a necessidade de armazenamento de energia e os diversos processos utilizados para esse fim…

O artigo aborda a necessidade de armazenamento de energia e os diversos processos utilizados para esse fim, analisando as vantagens e desvantagens de cada um desses processos, bem como a sua aplicação.

Está dividido em 8 capítulos e será publicado em 3 números da revista. Neste número publicam‑se os capítulos 1 (Enquadramento do Tema) e 2 (Processos de Armazenamento de Energia); no número 57 serão publicados os capítulos 3 (Armazenamento por Bombagem de Água), 4 (Armazenamento por Produção de Hidrogénio e Ar Comprimido) e 5 (Armazenamento por Volante e Inércia); o número 58 da revista publicará os capítu‑ los 6 (Baterias Convencionais), 7 (Baterias de Iões de Lítio) e 8 (Condensadores e Super‑condensadores).

Enquadramento do tema

A mudança de paradigma na produção de energia eléctrica, com uma crescente utilização de energias renováveis, designadamente de origem eólica e solar (centrais fotovoltaicas), cujos níveis de produção dependem das condições atmosféricas (vento e radiação solar), que nem sempre são compatíveis com o diagrama de carga da rede eléctrica, constitui um permanente desafio para a exploração da rede.

Esta situação conduz à necessidade da existência de sistemas de armazenamento da energia produzida nas horas de vazio e não consumida, para que esta possa ser injectada na rede nas horas cheias e de ponta, possibilitando desta forma a um maior aproveitamento daquelas fontes de energia na resposta às solicitações do diagrama de carga da rede.

E se alguns dos processos utilizados para o efeito apresentam limitações no armazenamento de significativas quantidades de energia elétrica e, como tal, se revelam de utilização condicionada para o fim em vista, eles podem ser usados como fontes de alimentação de energia de backup em aplicações específicas, reduzindo dessa forma a utilização de grupos geradores de emergência, com motores de combustão a diesel ou a gás diminuindo, assim, o recurso a combustíveis fósseis.

Manuel Bolotinha
Engenheiro Electrotécnico – Energia e Sistemas de Potência (IST – 1974)
Consultor em Subestações e Formador Profissional

Para ler o artigo completo faça o download gratuito da revista “o electricista” nº56. Verifique o seu email após o download. Pode também solicitar apenas este artigo através do email: a.pereira@cie-comunicacao.pt

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