Chegar às instalações das caves de Gaia da Real Companhia Velha durante o lusco-fusco criou o cenário perfeito para dar início a mais um evento da Prysmian em Portugal. O azul que marcava o céu complementava-se com o verde que se encontrava na sala do piso inferior da adega, formando as cores do logo da marca. Uma feliz coincidência, num ambiente cuidado ao pormenor, onde se podiam sentir os aromas do vinho no ar e ouvir o burburinho de curiosidade quando foi avisado que dentro de cinco minutos seria partilhado “mais do que energia”.
Conduzida pela jornalista Estela Machado, a noite celebrou oito décadas de histórias. Nuno Pinto, Diretor Geral em Portugal, subiu ao palco com uma mensagem forte: “chegou a hora de nos estabelecermos como Prysmian em Portugal”. “Entramos na Prysmian em 2018. Já passaram 7 anos em que fomos trabalhando com o setor do material elétrico. Estivemos presentes em grandes projetos. Crescemos e atualmente somos líderes”, disse. O Diretor Geral confessou que não pretendem criar nenhuma revolução. “Há aqui uma continuidade de trabalho, que nos traz coerência e energia”, acrescentou, afirmando que pretendem continuar a fazer esse trabalho e em conjunto. Não deixou de mencionar a sustentabilidade e os recém-lançados cabos e-SenS, que são possíveis graças ao investimento da Prysmian em desenvolvimento, e a responsabilidade social da marca. “Quanto mais distantes estamos, mais ela se perde: isto é válido para a energia e para as relações”, explicou Nuno Pinto, contando que o evento era importante nesse contexto de proximidade. “Não estamos aqui para falar de revolução, mas sim de evolução”, concluiu, dando a vez a Jordi Calvo, CEO da Prysmian Iberia.
“Hoje em dia trabalhamos a Ibéria como uma única empresa”, começou por dizer Jordi Calvo. Apresentando ao mercado a mais ampla gama de cabos, a Prysmian está num mercado que está a mudar. Segundo Jordi Calvo, esse é um mercado que oferece oportunidades, com a digitalização e a eletrificação, seja através da aceleração da transição energética para energias renováveis, seja pelo crescimento do consumo de eletricidade e consecutivo reforço da rede elétrica, ou seja pela transformação digital e os mercados dos data centers. “Estamos preparados para antecipar desafios e responder da melhor forma. Hoje falamos de inovação com os cabos e-SenS e da mudança de identidade em Portugal, que vai adotar a identidade mundial da marca”, explicou, reiterando que apesar da mudança, os compromissos se mantêm, assim como a qualidade. “Portugal está no centro desta estratégia, assim como valores como a segurança, a diversão e inclusão, a sustentabilidade ambiental e a governação. Juntos somos mais fortes. Juntos chegamos mais longe”, rematou.
Por sua vez, Marcello Del Brenna, CEO Europa, reforçou o tema da noite, pondo-o em perspetiva: “o tema de hoje é o tema do crescimento”. Segundo o CEO, a função da eletricidade e da informação mudou o contexto como hoje em dia trabalhamos. Em 2007, quando a Pirelli passou a Prysmian, a mudança foi feita a medo. “Agora passaram 18 anos, que voaram, e somos líder”, disse. “A nossa história foi escrita acumulando talentos. Nesse percurso de aquisições, durante anos, tivemos a humildade de ir integrando conhecimento, para continuamos a crescer”, explicou Marcello Del Brenna, vendo esse acumulamento como a chave para o atual sucesso da marca. “Temos a ambição de crescer 7% em vendas e 10% em rentabilidade anualmente e vai ser com a mistura de conhecimentos que integramos que vamos conseguir acelerar”, confessou, terminando a referir que a Prysmian tem uma cobertura da Europa sem rival no mundo das telecomunicações e das ligações elétricas. “Juntos não só crescemos como empresa, crescemos como atores numa sociedade que precisa de mais responsabilidade e caminho”.
e-SenS, a ligar um futuro sustentável e feliz
Como por detrás de cada inovação estão equipas de pessoas, Fernanda Ré, da equipa I&D da Prysmian em Portugal, foi a responsável por apresentar o trabalho que está a ser desenvolvido na e-SenS. Em conversa com Estela Machado, Fernanda Ré explicou que o que distingue a linha é a abordagem que é utilizada para fazer os cabos. “Todo o ciclo de vida é feito para reduzir a pegada ecológica. É uma nova forma de pensar que nos leva a questionar que embalagens usamos, a distância que os produtos percorrem, entre outros aspetos”, explicou. Contudo, nenhuma evolução é conseguida sem desafios técnicos, como por exemplo a introdução de um novo material no processo de fabrico, mantendo a performance e a vida de cada cabo. “Isto foi só o começo. A nossa intenção é alargar a outros cabos e outros mercados”, promete a investigadora, que vê o e-SenS como um ponto de partida e um ponto de viragem. “É uma nova forma de pensar. Isto pode ser um novo padrão na indústria do trabalho. Estamos muito felizes por liderarmos esta mudança”, disse. “Estamos no momento certo e a indústria precisa de talentos que queiram inovar, arriscar e aprender com os avanços e recuos da indústria. A sustentabilidade não é um impedimento para a inovação. Muito pelo contrário”.
por Sara Lopes
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