Autarquias e instituições públicas na rota da iluminação LED

Pelo menos um terço das autarquias pretende mudar a iluminação pública para LED, com vários hospitais, instituições de ensino e edifícios públicos a fazer o mesmo. Só nos últimos dois anos cerca de uma centena de autarquias anunciaram publicamente que ou já tinham substituído todas as lâmpadas tradicionais ou que o iam fazer. A eficiência energética deu mais um passo na União Europeia, porque foram descontinuadas as tradicionais lâmpadas de halogéneo, até agora usadas, e que vão ser substituídas por outras mais económicas, como o sistema LED, representando uma poupança de energia estimada em 39 terawatts por hora em 2020. Esse valor era o que Portugal inteiro consumia no ano 2000.

A opção pelo LED origina uma poupança de 100.000 euros por ano no Mercado Abastecedor de Lisboa. E está a levar outras instituições a fazer grandes investimentos na nova forma de iluminação, que por consumir menos também é menos prejudicial para o ambiente. Conscientes desse “gastar menos”, autarquias, mas também outras entidades, como escolas, universidades e politécnicos, hotéis, centros comerciais ou pavilhões desportivos, estão a mudar a iluminação. E nos últimos anos os natais de várias cidades já foram iluminados com lâmpadas LED.

Em 2016, números oficiais davam conta de que havia no continente cerca de três milhões de luminárias, das quais cerca de 80 mil LED, sendo as restantes lâmpadas a vapor de mercúrio e a vapor de sódio, neste caso 2,4 milhões.

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